It: A Coisa, de Stephen King: um clássico do terror que se você gosta do gênero PRECISA ler | Coluna da Karla Especial Halloween

It A Coisa, de Stephen King

It: A Coisa

Por Karla Kélvia

It: A Coisa, de Stephen King, é um clássico do autor. Publicado em 1986, o hype aumentou nos últimos anos com a nova versão que a história ganhou para os cinemas (e foi nessa época em que eu comprei).

Durante toda a história, dois eixos narrativos, um na infância dos personagens principais, e outro na sua fase adulta, vão sendo entrelaçados com maestria. Isso achei uma das melhores coisas do livro.

Vemos quase simultaneamente as crianças Bill, Beverly, Richie, Ben, Stan, Eddie e Mike e suas versões adultas “aprontando altas aventuras em ritmo de muita confusão” #SQN, já que a Coisa, a criatura que se passa pelo palhaço Pennywise, os persegue.

Essa entidade acorda em ciclos de mais ou menos 27 anos para se “alimentar”, matando as pessoas da cidadezinha de Derry, no Maine.

Em 1958, uma das crianças vitimada pela Coisa é George Denbrough, de apenas 6 anos. Investigar essa situação do irmão caçula, fugir do luto e do afastamento de seus pais torna Bill o líder dessa turma que se forma nas férias de verão.

Essa parte toda é o suprassumo do estilo do King: a adoração por esse limiar entre a infância e a adolescência, o terror que espreita, a violência em várias formas, o sobrenatural que vai minando a realidade… a alma do livro são as crianças.

A entidade pode-se dizer que se alimenta do medos infantis, e também faz Derry ser um território que ela toma para si, por isso tantas matanças e desaparecimentos passam em vão.

Para mim, os pontos altos do livro são as cenas de aventura (frenéticas), a amizade entre os garotos e as personalidades deles que se complementam.

A Coisa verdadeiramente dá medo naquilo a que se propõe a fazer, e Stephen King consegue ser muito gráfico e surpreendente.

O meu ponto de reclamação (e de todo mundo que leu) é: precisava REALMENTE daquela cena entre Bev e os meninos no final?

Outras coisas que não me agradaram: o embate final poderia ter sido bem mais emocionante, menos abstrato, e claro, a prolixidade do autor que às vezes me enche a paciência quando poderia ser mais objetivo.

No mais, é um grande exemplar da ficção de terror!

OUÇA:
IT: a Coisa dá medo sim e mereceu muito o recorde de bilheteria

It Capítulo Dois: O fim (quase) perfeito da saga de Stephen King

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