Mogli Entre Dois Mundos: 3 motivos para ver (ou não) o filme original Netflix – PodPOP em TEXTO #9

Mogli Entre Dois Mundos filme original Netflix Andy Serkins filme Mogli Netflix

Mogli Entre Dois Mundos é um personagem muito conhecido, que surgiu no livro O Livro da Selva, lançado lá na década de 1890

Por Igor Sarilho

Depois de adaptações para diversas mídias (contando especialmente o filme animado e o live action lançado pela Disney), o garoto criado por lobos retorna para mais uma nova versão.

Agora na Netflix, dirigida por Andy Serkins (Senhor dos Anéis, King Kong, Star Wars) e produzida pela Warner, que tenta trazer uma nova visão para a história.

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Então aí vão 3 motivos para assistir ao filme Mogli: Entre Dois Mundos:

1- Os atores que fazem os animais estão MUITO BEM! Assim como o filme live action da Disney, vários atores muito conhecidos e renomados fazem os animais coadjuvantes da história, como Christian Bale (trilogia Cavaleiro das Trevas) fazendo Bagheera, a pantera e Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), como o tigre Shere Khan.

Todos os personagens coadjuvantes entregam muita profundidade à história e isso se deve muito aos atores.

2- A relação de Mogli com os animais, principalmente com a alcateia que o cria, é construída de maneira muito concreta e isso faz com que o telespectador crie uma conexão com o personagem principal e os coadjuvantes, sentindo mais o drama familiar existente.

3- O filme consegue trazer uma visão totalmente diferente das outras adaptações já levadas para o cinema, fazendo com que, mesmo quem já assistiu o desenho e o live action da Disney (meu caso), fique entretido com a trama e se surpreenda com o desenvolvimento da trama.

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E aqui vão 3 motivos para não assistir ao filme:

1- O ator principal, Rohan Chand, é BEEEEM ruim. O garoto não consegue entregar o drama e os conflitos internos sofridos por Mogli no filme, e isso fica ainda mais evidente devido aos atores com quem ele interage na trama.

2- A computação gráfica acaba te tirando um pouco da história por conta do “não realismo” dos animais e da floresta.
Essa falta de realidade é percebida quando o filme aborda personagens reais durante um tempo e depois volta para os animais feitos em computação gráfica.

Além disso, o filme da Netflix escolhe um visual um pouco mais caricato aos animais.

3- A história não entrega uma boa conclusão. Mogli parece ser um personagem que nunca consegue fazer nada sozinho, sempre precisando de apoio, e o filme não constrói algo para que ele mude e amadureça.

O conflito dele com sua alcateia e relação dele com os humanos não trazem uma conclusão esperada para quem segue o garoto desde o início do filme.

Ah, e um ÓTIMO NATAL pra você aí. 

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